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Quem são os evangélicos calvinistas que avançam silenciosamente no governo Bolsonaro

Eles não são barulhentos como os neopentecostais, mas dominam postos-chave do segundo escalão, como a Capes e secretarias de direitos humanos.

Benedito Guimarães Aguiar Neto é o novo presidente da Capes.
Foto: Reinaldo Canato/Folhapress

Em 24 de janeiro, o governo Bolsonaro passou a presidência da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, a Capes, para as mãos de Benedito Guimarães Aguiar Neto, até então reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Tão logo Neto foi anunciado, parte da comunidade acadêmica e da imprensa repercutiu os posicionamentos anticiência do que agora é o chefe da maior agência de fomento à pesquisa no país. Neto é opositor do evolucionismo e adepto do chamado “Design Inteligente” – um outro nome ao criacionismo que sua turma tenta impor como teoria reconhecida que deve ser ensinada nas escolas e universidades. Este é um risco real, mas não é o único.

A nomeação do ex-reitor da Mackenzie marca a presença cada vez maior e influente no núcleo do governo de um grupo evangélico tão reacionário quanto discreto: os calvinistas. Neto se junta aos pastores Sergio Queiroz e Guilherme de Carvalho, que já integram o time de Bolsonaro. Fora do governo, o apoio dos calvinistas ao governo é maciço, como vimos com a Presbiteriana Central de Londrina – em que o pastor pediu explicitamente aos membros para assinaram o apoio a criação do novo partido de Bolsonaro, Aliança pelo Brasil.

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Pastores rebatem fala de Ed René sobre Bíblia ser insuficiente

Líder espiritual foi acusado de heresia e apostasia

O pastor Ed René Kivitz virou alvo de críticas de diversos líderes espirituais que repreenderam suas falas ao contestar a doutrina da inerrância da Bíblia (que defende que o livro sagrado é livre de erros e contradições). Os pastores acusaram René de ter cometido heresia e apostasias.

Para o pastor Renato Vargens, Ed René interpreta a Palavra de Deus de forma errada. Vargens também afirmou que ele nega as verdades bíblicas “em nome do politicamente correto”.

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Teologia Do Deus Imperfeito, De Ed René Kivitz, Ricardo Gondim E Elienai Cabral Jr

Por Leonardo Gonçalves

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Niilismo Eclesiástico Uma Análise do Movimento dos Desigrejados

Missão Reluz

No ano de 2010 o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou os dados censitários de uma ampla análise desenvolvida pelo POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), onde, entre outros temas, avaliou a performance da religiosidade do brasileiro. Na pesquisa foi apontada que, em termos de identidade religiosa, o grupo que mais cresceu foi dos que se declararam “sem religião”. Algo surpreendente no Brasil, que sempre se orgulhou de ser o “o maior país católico do mundo”. Além disso, outro dado divulgado e que muito chamou a atenção, foi a identificação de um ator social até bem pouco tempo inexistente no extrato religioso em nosso território: o evangélico nominal, isto é, sem vínculo eclesiástico, ou, como ficou conhecido, desigrejado. De acordo com o IBGE, já são mais de quatro milhões de evangélicos em tal situação. São cristãos protestantes, identificados com as doutrinas fundamentais de fé cristã (creem, portanto, no nascimento virginal…

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Viver o evangelho é extremamente arriscado

Fonte: Viver o evangelho é extremamente arriscado

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A igreja exploradora!

Fonte: A igreja exploradora!

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Os perigos do movimento “Eu Escolhi Esperar”

Fonte: Os perigos do movimento “Eu Escolhi Esperar”

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7 loucuras do Lucinho

Fonte: 7 loucuras do Lucinho

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Estudo

A IGREJA EFEMINADA

Escrito por: Stephen C. Perks

Recentemente fui questionado se seria correto dizer que, na história do mundo, dinastias e civilizações inteiras de fato naufragaram na rocha da homossexualidade. Minha resposta foi que não deveríamos pôr as coisas desse modo. Claro, eu creio que a prática homossexual é imoral e proibida pela Lei de Deus. Todavia, em Romanos 1.21 – 32, Paulo põe dessa forma: deixaram de servir a Deus para servirem à criatura. Como uma consequência, Deus entregou-lhes às paixões impuras. Homossexualidade é julgamento de Deus sobre uma sociedade que abandonou a Deus e adora a criatura em vez do Criador. A apostasia espiritual é a rocha na qual as culturas, incluindo a nossa, foi fundada, e a homossexualidade é o julgamento de Deus sobre tal apostasia. Esta é a razão porque a homossexualidade era uma prática comum entre as antigas culturas pagãs; na verdade, é uma prática comum entre a maioria das culturas pagãs, incluindo a nossa crescente cultura neo-pagã. Em resumo, a ideia de que a tolerância da homossexualidade é um mal que conduzirá ao julgamento de Deus não é bíblica, pois coloca o carro na frente dos bois. É exatamente o contrário! A prevalência da homossexualidade em uma cultura é um sinal seguro de que Deus já tem executado ou está executando sua ira sobre a sociedade por sua apostasia. A causa deste julgamento não é a prática imoral da homossexualidade (apesar dos atos imorais homossexuais); mas sim, sua apostasia espiritual. A prevalência da homossexualidade é o efeito, não a causa da ira de Deus visitando aquela sociedade. E em uma sociedade cristã (ou talvez devesse dizer “pós-cristã”), isso significa, inevitavelmente, que a prevalência da homossexualidade na sociedade é julgamento de Deus sobre a igreja por sua apostasia, sua infidelidade para com Deus, porque o julgamento de Deus começa com a Casa de Deus (1Pe 4.17).

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Arrogância teológica: por que não convidamos Max Lucado para uma conferência teológica?

apenas

arrogancia 1Ando pensando muito sobre nossa arrogância teológica. Se você não está familiarizado com essa expressão, permita-me tentar defini-la. “Arrogância teológica” é aquele sentimento que se manifesta em nós quando nos consideramos os donos da verdade em relação a nossas crenças espirituais e doutrinárias e, por isso, nos colocamos em uma posição de suposta superioridade em relação aos reles e pobre mortais que discordam da nossa forma de ver a fé. Esse problema sempre existiu, mas, com o surgimento das redes sociais, o fenômeno tem se manifestado de forma nunca antes vista e ganhado uma enorme visibilidade. O que, diga-se de passagem, é uma lástima.

Tenho visto a arrogância teológica crescer e se multiplicar. Na Internet, atualmente uma das formas mais frequentes que a vejo é na guerra (e uso o termo “guerra” conscientemente) que tem se travado entre calvinistas e arminianos, isto é, a grosso modo, entre quem crê na…

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Com carinho, de Satanás

Querido Duvivier,

Obrigado por reduzir os ensinamentos de Jesus a uma mera ideologia humana, afinal, ninguém mandou Ele se tornar homem e viver  aí nessa terra poeirenta e amaldiçoada.

O ladrão incrédulo te manda um abraço, afinal, você o incluiu junto com o outro que foi salvo (sic), e ele está aproveitando a estadia aqui há dois mil anos e não tem perspectivas de sair, a sauna está sendo ótima para ele, tem longas conversas com os que você citou, Bakunin, Lenin, Marx, aliás este, amigo meu de longa data, junto com Ceaucescu e Hitler.

Dudu, me permite a intimidade, pois partilhamos da mesma ideologia, não fica espalhando o lance dos ricos não, pois não é bem assim, e o povo pode ficar curioso para ler a história que o Ancião de Dias escreveu, não fica bem. Tome cuidado a falar de Lucas, porque ele não conheceu o Cristo pessoalmente, escreveu o evangelho segundo a narrativa de Pedro, não gosto que meus cooperadores demonstrem  ignorância, pega leve com o que você não sabe, entre pela porta dos fundos, mesmo, não entre pela sala, aí me envergonha.

Continue batendo no espantalho do Silas, esta figura cômica que não representa os cristãos, até que os evangélicos pode ser, mas cristãos!! E, não foram,  cristãos que queimaram bruxas, os cristãos também foram mortos por estas mesmas pessoas, se informe, pelamorde.. epa, quase falei. Eu mesmo fiz questão de oprimi-los, eram os huguenotes, os quacres, os anabatistas, que matava afogados,  os valdenses, moravianos, esses fiz questão de queimar nas fogueiras, até aparecer os hereges Lutero, Buniam, Zwinglio, Calvino e outros que acabaram, com minha festa.

Não se exponha ao ridículo, senão qualquer presbiterianozinho gelado te põe no bolso.

Teça argumentos mais sólidos para enquadrar o barbudo no meu socialismo, que graças a (epa, de novo) matou cristãos e mata até hoje, um pouco menos, mas mata. Tenho feito o Estado Islâmico que tem dado bons resultados, porque você não faz umas piadinhas com Maomé, acho ele tão mal humorado depois que não amis teve sua esposacriança… mas também isso não se pode falar.

Não fica falando que você é de esquerda, pode espantar seus amigos, ainda mais os que enforcam e fuzilam os gays, como o Che, que está aqui do meu lado e não para de repetir “‘fuzilamos e continuaremos fuzilamos”, e quando você vier para acá, traga um pouco de Sertralina para melhorar a mente dele.

No mais, Ele não andava descalço, tinha sandálias nos pés, como o primo dele disse, como era mesmo o nome dele? João alguma coisa.

Ah, ele está no Velho Testamento, sim, com Gideão, Moisés, em parousias e teofanias, mas isso já é matéria avançada, deixa pra lá.

Com amor,

Sete Pele, Cramulhão, Satanás.

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Mensagem

Não está aqui.

 

Depois de um dia de descanso, as mulheres vão de madrugada buscar Jesus no sepulcro em que o haviam deixado. O Mestre já fazia falta, sua companhia, suas palavras, o que ele representava, e além do mais, que elas haviam presenciado ainda doía fundo no coração, vê-lo sendo espancado, humilhado, escarnecido, fazendo dEle um espetáculo pelas rua de Jerusalém, isso com aprovação dos principais sacerdotes, do povo; e os romanos, para manter a Pax Romana, fizeram o que sabiam fazer: pendurar um homem para sangrar até a morte. Isso ainda estava vívido nos corações delas.

Com as mãos carregando especiarias, unguentos e perfumes, elas não deixariam o corpo de Jesus exalar cheiro forte enquanto se deteriorava, queriam que fosse diferente, com Ele; Ele que as consolava, que tinha uma voz mansa e doce quando se dirigia ao grupo de mulheres, mostrando um contraste com a voz dura e um tanto exaltada quando vociferava contra os sacerdotes e líderes que oprimiam tanto seu povo, de mãos dadas com os Romanos; “Caifás pagará por isso”, diziam em seus corações.

Buscavam a Jesus, Palavra Viva, o Verbo Divino, o Cordeiro de Deus, mas chegando ao sepulcro viram a pedra retirada e o corpo já não estava lá.

Vazio. Panos dobrados em ordem, soldados caídos com suas armaduras e artefatos, poderosos reduzidos a corpos semi mortos.

Incompreensível situação para quem nunca a viu, turbilhões de pensamentos e impressões tomaram lugar à ansiedade de ver o Mestre, “Para onde o levaram? Onde está Ele, o deixamos aqui ontem mesmo!”.

A ansiedade humana de ver tudo como foi deixado, de ter o mundo em ordem, organizado segundo nossos intentos, segundo nossa vontade, um mundo onde não tem lugar nada que nos desnorteie, que nos aborreça, que nos contrarie, as mulheres buscam Jesus no meio de sua ordem mental das coisas. A pedra estava selando o sepulcro, agora está posta ao lado. Os soldados, orgulho do Império Romano, com seus gládios, espadas e escudos que fizeram reinos se ajoelharem, agora estão caídos como mortos. Jesus, que fora vencido pela religião imperativa em Jerusalém que sucumbira ao processo natural de todo homem, havia descido à sepultura, e ali deveria estar, inanimado, inchado, talvez irreconhecível, não estava lá.

Tudo estava fora de ordem, mas ali, numa discordância da narrativa dos Evangelhos, um ou dois homens resplandecentes, assentados, calmos, serenos e tranquilos, em contraste com a repugnância, medo e assombro que tomaram os guardas, aponto de os deixá-los semimortos, as mulheres não os temem, ainda quando eles proclamam “Porque buscais dentre os mortos aquele que VIVE? Não tenhais medo; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado.
Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia.”

Como? Ele VIVE? Buscamos então num sepulcro o dono da vida, buscamos entre os mortos o que não permaneceu morto? Buscamos nas estruturas e destinos humanos Aquele que não é homem, é o próprio DEUS? Onde o puseram? Onde o puseram? Perguntam ao Jardineiro que passava por ali. “Para onde foi o teu amado, ó mais formosa entre as mulheres? Para onde se retirou o teu amado, para que o busquemos contigo? O meu amado desceu ao seu jardim, aos canteiros de bálsamo, para apascentar nos jardins e para colher os lírios. Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu; ele apascenta entre os lírios.” Ecoava em suas mentes Cantares de Salomão.

Então vez uma voz, ainda desconhecida, “Mulher, por que choras? Quem buscas?” num choro convulsivo de quem perdeu quem se ama, responde “Se tu o levaste, dize-me onde o puseste, e eu o levarei. A resposta vem de uma voz conhecida, de um tom cheio de amor e misericórdia, “Maria!”.

Choro, surpresa, medo dissipado, certezas refeitas, achei meu amado, achei Jesus!! “Raboni!”

Raboni! Gritamos em nossa alma quando ele nos encontra e nos chama pelo nome. Mestre! Quando nossas certeza são trocadas pela Sabedoria de Quem criou o mundo. Meu Salvador, quando nos damos conta da obra Redentora que Ele fez por nós.

Quando deixamos de busca-lo nas fatalidades humanas, nos poderes, governos, sabedorias e certezas que cultivamos durante toda a vida, Ele, o Jardineiro Amado, que desceu aos campos para nos colher, os lírios campestres sedentos pela água da vida, se fez homem, nunca deixando de ser Deus, apascenta os seus canteiros, este que semeou com lágrimas nos encontra e colhe-nos aos molhos, exultante e rejubilante, “Vinde, Benditos de meu Pai.”

Não busque entre os mortos aquele que vive. Jesus.

 

neilton, pastor.

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Quem sai da igreja por causa de pessoas nunca entrou lá por causa de Jesus

apenas

desigrejados 1Tenho visto diferentes irmãos em Cristo compartilhar pelas redes sociais a seguinte frase: “Quem sai da igreja por causa de pessoas nunca entrou lá por causa de Jesus“. Confesso que ler isso me deixou extremamente incomodado, chocado e chateado, pois me soa como uma frase bem pouco cristã e nada embasada naquilo que Jesus ensinou. É uma frase que não expressa amor. Vamos falar um pouco sobre ela, na esperança de que, se você já reproduziu essa afirmação ou mesmo se acredita nela, consiga perceber quão desumana ela é e, assim, pare de replicá-la.

Em primeiro lugar, permita-me dizer que esta reflexão não tem como objetivo entrar por discussões no campo de calvinismo versus arminianismo. O foco da minha abordagem não é se a pessoa que deixou de frequentar uma igreja era predestinada, se tinha livre-arbítrio e toda a discussão que considero desimportante na eterna querela entre os que creem…

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Mensagem Testemunho

Um Haka para nós que esperamos

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Aqui o link do vídeo da despedida dos soldados.

Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele.
1 Tessalonicenses 4:13-14

Hoje, assistindo logo pela manhã a despedida de soldados neozelandeses mortos no Afeganistão, onde todo um regimento de infantaria se despede entoando e coreografando o canto maori, o HAKA, com movimentos vigorosos e caretas, me contive ante a carga de emoções do evento. Percorri depois alguns vídeos no youtube e pude ver que é costume se despedirem daquela forma, onde vi colegas de escola se despedirem de jovens, famílias se despedindo de pais, irmãos, primos e aí meu sentimento mudou. Fiquei feliz em ver que a dor é colocada para fora, que o sentimento de perda não é guardado, estocado e velado durante anos.

Minha avó partiu em 2009, mas antes de ir, ligou para sobrinhos, filhos, netos e se despediu com uma doce conversa, que os dias dela estavam findando e que o Senhor havia lhe dito que partiria em breve. Em especial, ligou para um sobrinho, da cidade de Ribeirão das Neves, e enquanto ela lhe dizia acerca de sus partida, esse sobrinho lhe retrucava, “não, Tia Conceição, o que é isso… sinto saudades de tio João também…”. E enquanto ele falava, um de seus fornecedores (ele tem uma loja de móveis) o interpelou, perguntando com quem ele falava, e ele, tampando o fone com a mão, respondeu que era com sua tia que há muito não via, o outro insiste, “mas você falou Tio João, Tia Conceição”, ele, “Sim, meus tios de São Pedro dos Ferros, uai!”. Ao ouvir isso, o fornecedor toma o telefone de suas mãos e diz,

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Denúncia

O cadastro dos Membros na Bolívia

Não estou para levantar polêmica, mas a eleição do PT ao governo (lembre que o mandato não é do candidato, é do partido, PImentel já disse isso) não abrange apenas esta nossa nação tupiniquim, mas TODA a América Latina, através do projeto Pátria Grande, onde a prática abaixo detalhada vai chegar como prática comum e obigatória por estas plagas.

Olhem:

Enquanto isso na América Latina:

Enquanto cristãos são ameaçados e mortos em diferentes países do mundo por causa de sua fé, os evangélicos da América Latina veem aumentar a perseguição contra eles, mas em outros termos. Eles não são decapitados nem crucificados, mas vem sofrendo sanções políticas de seu direito de cultuar livremente.

Medidas de governos tem impedido a abertura de novas igrejas e também tentando fechar os templos já existentes. Na Bolívia, a Associação Nacional dos Evangélicos da Bolívia (ANDEB) trava uma batalha jurídica, que inclui uma petição de Inconstitucionalidade ao Tribunal Constitucional buscando a revogação de leis assinadas pelo presidente Evo Morales.

Defensor do chamado “socialismo bolivariano”, que tem mostrado sua influência em países vizinhos como Venezuela e Brasil, Morales estabeleceu regras que são empecilhos à liberdade religiosa. A advogada Ruth Montaño, que auxilia juridicamente a ANDEB contesta: “Essa lei é totalmente inconstitucional, incongruente com o artigo 4 da Constituição”.

Os evangélicos são minoria no país, cerca de 1,6 milhão de pessoas. O Decreto 1987 e a Lei 351, criados pelo governo de Evo e aprovados pela Assembleia Legislativa da Bolívia, tem como objetivo “regular a concessão e registro da legitimidade para igrejas, grupos religiosos e crenças espirituais, cujos objetivos não envolvem lucro”.

Morales deseja que qualquer organização religiosa no país precise reaplicar para ser considerada legalizada a partir do próximo ano. Para que isso aconteça, as denominações devem apresentar uma “lista autenticada” contendo os nomes, números da carteira de identidade, certidões de impostos e arquivos da polícia de seus líderes, bem como a relação oficial contendo nomes e números de identificação de todos os seus membros.

As igrejas também precisam fornecer um cronograma de todas as suas atividades anuais “para o controle e acompanhamento” pelo Ministério das Relações Exteriores. Quem se negar ou não preencher corretamente a documentação exigida, terá seu registro oficial cancelado, o que levaria ao confisco de propriedades da igreja, proibição de realizar cultos e fechamento de centros de treinamento.