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Os jihadistas são sempre as vítimas


 

PHYLLIS CHESLER

Pense: o islamismo como jihad violento superou a americanização do major Hasan e, mais importante ainda, superou seu treinamento como soldado e psiquiatra! Ele é perito em trauma, especializado em ajudar pessoas que enfrentaram desastres.

No instante em que li sobre a chacina de Forte Hood, tive a certeza de que o atirador, ou os atiradores, eram muçulmanos.

Podem me chamar de “islamofóbica”, de “vidente”, do que quiserem.

Ao que parece, havia somente um atirador. O major Malik Nidal Hasan, muçulmano praticante de descendência palestina/jordaniana, mas cidadão americano e médico – psiquiatra, para ser exata.

Segundo o Washington Post (e citado no JihadWatch): “Hasan frequentava um Centro Comunitário Islâmico em Silver Spring e era ‘muito devoto’, conforme Faizul Khan, ex-imame do Centro. Khan disse que Hasan participava das orações pelo menos uma vez por dia, sete dias por semana, quase sempre em trajes militares; disse ainda que Hasan sempre se inscrevia para um seminário anual que reúne muçulmanos de ambos os sexos com fins matrimoniais. ‘Acho que ele nunca conseguiu um par, porque impunha condições demais’, disse Khan.”

Há quem diga que Hasan talvez tenha manifestado a sua discordância em seguir ordens militares, o que significava ser enviado ao Iraque ou Afeganistão. Outros dizem que ele já estava sendo monitorado por publicar na Internet material favorável ao jihad e ao martírio suicida. (“Monitorado”, mas assim mesmo mobilizado? Como pôde acontecer isso?)

Na quinta-feira, de acordo com a grande mídia, o major Hasan, segundo se diz, doou suas roupas e posses, inclusive exemplares do Alcorão. (Olha aí uma pista. Tem alguém aí na chefia?).

Os militares não entendem como um único atirador pôde ter matado e ferido mais de 44 outros seres humanos. Talvez tivesse mais gente envolvida. Mas, espere aí! Há uma razão para Hasan ter feito isso. Uma explicação, uma desculpa.

Segundo um primo de Hasan, o militar estava sendo “perseguido”, sendo hostilizado por outros soldados porque era “originário do Oriente Médio”. Isso pode ser verdade – e se for, é terrível – mas, e daí?

Vamos considerar que seja verdade: conheço muita gente, inclusive soldados, inclusive soldadas, que tem sido brutalmente perseguida, mas que não atira em 44 pessoas a sangue frio.

Quem atira? E por quê? A única resposta que a maioria das pessoas quer ouvir é que um solitário atirador psicologicamente desarranjado atirou. E fez tudo sozinho, por conta própria.

Poder ser que estejam certas. Algumas vezes. Mas… A mesma Síndrome Jihadista Instantânea acometeu uma vez outro palestino, Sirhan Sirhan, que atirou em Robert Kennedy a sangue frio. Lembram do atirador de Seattle que matou e feriu várias mulheres judias? Não tomou os remédios, estava doidão, mas sabia que tinha de caçar e abater judeus.

A literatura jihadista delira acerca de muçulmanos sendo atacados, não por outros muçulmanos, como e quase sempre o caso, mas por judeus, norte-americanos, sionistas, cruzados e infiéis. Os líderes terroristas falam das sagradas terras islâmicas “ocupadas” pelos invasores. No entanto, foram eles que jogaram dois aviões contra o World Trade Center e mais um no Pentágono só porque os muçulmanos estavam cansados de falar passivamente de todo aquele abuso (E isso foi antes de os Estados Unidos invadirem o Afeganistão e o Iraque).

Os atacantes na verdade agem em legítima defesa. Os jihadistas são sempre as vítimas.

Pergunte aos senhores pais muçulmanos que, nos Estados Unidos, assassinaram as próprias filhas a sangue frio por questão de honra. Eles vão dizer a mesma coisa. Ela atacou a minha honra. Tive de me defender. Foi um ato de legítima defesa. Foi exatamente isso o que Zein Isa, mais um palestino e membro do grupo terrorista Abu Nidal, disse para justificar o assassinato da filha de 16 anos, Palestina (“Tina”) Isa, em 1989 em St. Louis, no Missouri.

Violência jihadista do machismo muçulmano? Isso equivale a mais de 1,8 tonelada: peso do carro com que Faleh Almaleki passou por cima da filha Noor, morta no Arizona em razão de ferimentos profundos. Ironicamente, Almaleki acabou de entrar num sistema de vigilância contra a tentativa de suicídio, no Arizona; seu compatriota no crime, Muzammil Hassan, em Buffalo, está tentando alegar insanidade temporária (“perturbação emocional extrema”) para justificar por que decapitou finalmente a esposa Aasiya, em quem batia constantemente.

Logo: o pai de 1,8 tonelada, no Arizona, é realmente a vítima; bem como o degolador de Buffalo.

Síndrome Jihadista Súbita, Síndrome Jihadista Pessoal, podem chamar do que quiserem; esses atos terríveis não deviam ser diagnosticados psiquiatricamente e desculpados. Correndo o risco de ser chamada de racista, deixem-me sugerir que devemos ligar os pontos antes que seja tarde demais. Islamismo agora = jihad = propaganda de ódio = 11 de setembro = tragédia em Forte Hood.

Isso significa que neste momento o islamismo, e seus seguidores de todas as cores e etnias, está em guerra contra o mundo inteiro, sonhando com um califado que será conquistado pela violência. Duvido que o major Hasan seja muçulmano sufi.

Pense: o islamismo como jihad violento superou a americanização do major Hasan e, mais importante ainda, superou seu treinamento como soldado e psiquiatra! Ele é perito em trauma, especializado em ajudar pessoas que enfrentaram desastres. (Pelo menos foi o que me disseram). Todos os freios falharam, nenhuma barreira pôde deter o jihadista cuja hora havia chegado.

Artigo publicado em 5 de novembro de 2009, no site Chesler Chronicles: http://pajamasmedia.com/phyllischesler

URL para o artigo original: http://pajamasmedia.com/phyllischesler/2009/11/05/the-jihadist-is-always-the-victim/

Tradução: Marcos Vasconcelosmv.tradutor@gmail.com

Fonte: MSM

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