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A Sã Doutrina


1 Timóteo 1.11 – “Esta sã doutrina se vê no glorioso evangelho que me foi confiado, o evangelho do Deus bendito”.

Introdução: No dia 31 de outubro, iremos celebrar os 492 anos da Reforma Protestante, quando Lutero afixou suas 95 teses no Castelo de Wittenberg. Nessa noite quero expor-lhes uma das frases do reformador, que foi dita há quase quinhentos anos. Lutero disse assim: “Não estou preocupado com a vida, mas com as doutrinas. A vida má não causa grande dano a não ser a si mesma, mas o ensinamento errado é o maior mal neste mundo, porque leva multidões de almas ao inferno. Não estou preocupado se és bom ou mau, mas eu atacarei teu ensinamento venenoso e mentiroso que contradiz a palavra de Deus.” Em pleno século 21, essas palavras soam fortemente aos nossos ouvidos, pois os ensinos dentro das igrejas nos dias de hoje, levara multidões de almas para o inverno. É tempo de despertarmos igreja.

Homens como Lutero, Calvino, Withefield, Spurgeon, Wesley, Finney, foram usados por Deus em suas épocas, não porque criaram uma nova doutrina, um novo evangelho, ou desenvolveram uma teologia totalmente fora da palavra de Deus. Não é nada disso! O que eles tinham em comum, era a fidelidade em Cristo e seus ensinamentos, as doutrinas que os apóstolos pregavam, e principalmente, eram fieis à palavra de Deus como um todo, não desprezando sequer uma vírgula das sagradas escrituras. Vemos na figura do apostolo Paulo, alguém que tinha um grande apreço pelo evangelho e era fiel aos ensinos do nosso Senhor.

Paulo apóstolo. Paulo foi um perseguidor assíduo dos discípulos de Jesus, pois todos aqueles que seguiam a Jesus eram considerados seus discípulos, e Paulo por sua vez, tentava parar o crescimento do povo eleito por Deus, chamados para uma santa vocação. Um dia, ele teve um encontro sobrenatural com o Senhor, tão sobrenatural que se tornou um grande propagador do evangelho, expandindo o reino de Deus, abrindo igrejas pelas cidades que passava, fazendo discípulos e fiel a palavra e aos ensinamentos de Cristo. O próprio apóstolo reconhece claramente, que havia sido blasfemo e perseguidor, mas que a graça e misericórdia Deus, o alcançou comissionando-o para uma santa vocação (1.12-14).

Se porventura houvera ele escrito tão-somente a Timóteo, não haveria necessidade alguma de anunciar seus títulos e reafirmar suas reivindicações ao apostolado, como o faz aqui, pois certamente Timóteo ficaria suficientemente satisfeito como simples nome. Ele sabia que Paulo era apostolo de Cristo, e não havia necessidade de comprovação alguma para convencê-lo, e há muito que nutria tal sentimento. Portanto Paulo esta aqui visando a outros que não estavam tão dispostos a dar-lhe ouvidos ou tão prontos a aceitar o que ele dizia. É por causa desses ‘outros’ que ele declara seu apostolado, a fim de que parassem de tratar o que ele ensina como se fosse algo sem importância. E ele também alega que seu apostolado é pelo mandato ou designação de Deus, visto que ninguém pode fazer de si próprio apóstolo genuíno e digno de toda honra.

Quando meditamos nessa carta de conselho pastoral que Paulo escreve a Timóteo, vemos quão amor e carinho o apostolo tinha para com Timóteo, carinho este que o considerava como filho (v 1). Esta qualificação comunica grande honra a Timóteo, pois Paulo o reconhece como seu filho legitimo, não menos digno que seu pai, e deseja que outros o reconheçam como tal. De fato ele enaltece Timóteo como se ele fosse outro Paulo. Todavia, como seria isso consistente com o mandamento de Cristo: “A ninguém sobre a terra chameis vosso pai” (Mateus 23.9), e com a própria afirmação do apostolo: “Porque ainda que tivésseis milhares de preceptores em Cristo, não teríes, contudo, muitos pais, “não havereis de estar em muito maior submissão ao Pai dos Espíritos (1Co 4.15, Hb 12.9)”.”? “Minha” resposta é que a alegação de Paulo de ser pai, de forma alguma anula ou diminui a honra devida a Deus. Deus é o único pai de todos no âmbito da fé, porquanto regenera a todos os crentes pela instrumentalidade de sua palavra e pelo poder de seu Espírito, e é exclusivamente ele que confere a Fé. Aqueles a quem graciosamente lhe apraz empregar como seus ministros, ao fazer isso, ele admite que participem de sua honra, todavia sem resignar nada de si próprio. Assim Deus, era o Pai espiritual de Timóteo, e, estritamente falando, exclusivamente ele; Paulo porem, que fora ministro de Deus no novo nascimento de Timóteo, reivindica para si direito ao titulo, porem em segundo plano.

Acima do carinho que Paulo tinha por Timóteo, o zelo do apostolo pelo evangelho era acima de qualquer coisa. Após saúdá-lo Paulo começa a orientá-lo sobre:

As falsas doutrinas ou ao ensino de doutrinas diferentes (v 3-10). O termo grego que ele utiliza (heterodidaskalein), é um composto, e pode ser traduzido num sentido ou de “ensinar de modo diferente, fazendo uso de um novo método”, ou de “ensinar uma nova doutrina”. Erasmo traduz essa passagem, como “seguir uma nova doutrina”. Erasmo foi um teólogo e um humanista neerlandês que nasceu no ano de 1.446 e morreu em 1.536 (Séculos 15 e 16). Se lermos ensinar de uma forma diferente, o significado será mais amplo, pois Paulo estaria proibindo a Timóteo de permitir a introdução de novos Métodos de ensino que sejam incompatíveis com o modo legitimo e genuíno que lhe havia comunicado. Como a verdade de Deus é única, assim não há senão um só método de ensiná-la, o qual se acha livre de falta de pretensão e que degusta mais saborosamente a majestade do Espírito do que a eloqüência humana.

Irmãos quero chamar-lhes suas atenções para esse ponto. O que estamos vendo nas igrejas modernas hoje, em pleno século 21? Paulo nesta carta a Timóteo estava querendo alerta-lo para as praticas, os ensinamentos que estavam corroendo o povo, indo aos poucos ganhando seu espaço. Dentre essas praticas vemos a cultura Judaizante, o Gnosticismo, ou até mesmo as tradições gregas da época.

Gnosticismo: Foi uma seita que teve suas raízes logo após o inicio da Igreja Cristã. Alguns pesquisadores afirmam que as evidencias de sua existência, mesmo antecede o cristianismo. Seja qual for o caso, o erro do gnosticismo, afetou a cultura e a igreja da época, e o apostolo João faz menção a essa seita em sua primeira carta capitulo 4.

A palavra “gnosticismo” vem da palavra grega “gnosis” que significa “conhecimento”. Havia muitos grupos que foram gnósticos e não é possível simplesmente descrever as nuances de cada variante de doutrinas gnósticas, pois uma vez que eles ensinavam que a salvação é alcançada através do conhecimento pessoal. O período do gnosticismo é facilmente aparente. Eles negam a encarnação de Deus como o Filho. Ao fazê-lo, nega a real eficácia da expiação, pois, se Jesus não é Deus, Ele não poderia expiar pela humanidade e ainda estaríamos perdidos em nossos pecados.

Os costumes judaizantes da época; estavam ainda embasados na lei. Paulo pregara que o tempo da graça havia chegado, pois a expiação de Cristo na cruz quebrou todo paradigma religioso, que predominara na época. Cristo ainda em vida, tentou quebrar certos costumes, abrir o entendimento daquelas pessoas para com a interpretação das escrituras, mas o rejeitaram. Mesmo assim, havia alguns Judaizantes queriam impor nas igrejas os costumes em detrimento da igreja. O povo judeu levava muito a sérios os mandamentos que Yahweh ordenara a Moises. Havia muitos doutores da lei, escribas que conheciam a lei de uma maneira extraordinária, mas não a praticavam. Mt 23.4, vemos o Senhor Jesus nos alertando ao povo em relação aos seus ensinos: “Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles porem nem com o Dedo querem movê-los”. No contexto dessa mensagem, Jesus condena a hipocrisia dos fariseus, dizendo que eles obrigavam ao povo a praticarem a lei, mas eles mesmos, não faziam sequer um esforço para cumprir os mandamentos.

Veja que Paulo refere-se a eles como “falsos mestres”. O texto bíblico não diz isso com clareza, mas analisando bem ao contexto que o apostolo nos apresenta, é exatamente assim que ele considera tais doutores das escrituras. Não podemos menosprezar a lei, pois o próprio apóstolo nos diz que para aqueles que sabem utilizar a lei é boa, mas na verdade a lei tem que ser empregada a todos que cometem atrocidades, iniqüidades e os demais pecados que a bíblia contenda: Mt 12.3 – 4 nos diz assim: “Ele respondeu: Vocês não leram o que fez Davi quando ele e seus companheiros estavam com fome? Entrou na casa de Deus, e junto com os seus companheiros, comeu os pães da Presença, o que não lhe era permitido fazer, mas apenas os sacerdotes”.

Nesse contexto de Mateus vemos Jesus juntamente com seus discípulos, passeando por uma lavoura de cereais. Os discípulos tiveram fome e colheram algumas espigas para comer. Logo em seguida, os fariseus vendo aquilo, “exortaram” Jesus dizendo que aquilo não era permitido no sábado. Ficaremos na primeira palavra da resposta do nosso Mestre: Não lestes? Fazer uma pergunta dessas para um fariseus ou doutor da lei era algo absurdo, pois eles meditavam na lei dia e noite, sabiam quantas palavras eram repetidas, sabiam quais palavras aparecia no meio dos livros, cada letra, sabiam tudo, mas eles não tinham uma coisa: Conhecimento do Espírito Santo. Paulo chama atenção de Timóteo para essa situação. Aqueles que queriam ser mestres, não a compreendiam seu verdadeiro significado, não tinham conhecimento algum da palavra de Deus, queriam ser mestres apenas para serem respeitados e admirados em publico, possuírem status. Veja o que Jesus diz em Mt 6.6: “E quando jejuardes, não vos mostrem uma aparência triste como os hipócritas, pois eles mudam a aparência do rosto a fim de que os outros vejam que eles estão jejuando”. Os fariseus queriam ser admirados e respeitados pelo povo, se achavam espirituais demais, mas Jesus nesse contexto bíblico nos diz que: “a recompensa que queriam já obtiveram, mas não foram reconhecidos pelo Pai”.

Amados nos dias atuais as coisas não estão muito diferentes. Vemos pessoas sem gabarito algum para o ministério, querendo ser ministros da palavra de Deus. Pessoas querendo posição de pastor, mas ao menos sabem manusear as escrituras. Pastores teólogos que ao invés de usarem a teologia que aprenderam para pregarem o verdadeiro evangelho, distorcem as escrituras enganando ao povo. O ensinamento errado é o maior mal neste mundo, porque leva multidões de almas ao inferno. Mt 7 – 21 nos diz: “Nem todo aquele que diz Senhor, Senhor, entrara no reino dos céus”.

Analisem o contexto que estamos vivendo, e o que esta sendo ensinado dentro de muitas igrejas e faça a seguinte pergunta: Deus, sua palavra nos ensina exatamente isso? É essa a doutrinas que os apóstolos pregavam? O que mais me entristece é o modo que esta sendo ensinado e pregado o evangelho, se é que podemos chamar isso evangelho! Pastores, Bispos e Apóstolos, cada um deles contendo suas heresias. Pastores que acham que o avivamento é pular, dar cambalhota no púlpito, sair correndo no meio da igreja: bispos e apóstolos, não querem saber de evangelho. Ao invés de pregarem a cruz, pregam um evangelho que diz que você vai ficar rico, que Deus vai abençoar sua vida financeira, você vai ser dono de muitas posses, vai ser muito reconhecido no mundo, dizem a você que, ao aceitar a Cristo seus problemas acabaram, pergunto a você, isso é Evangelho? Essa é a Sã Doutrina que o Apostolo Paulo, tanto prezou?

A Sã Doutrina: 1 Timóteo 1.11 – “Esta sã doutrina se vê no glorioso evangelho que me foi confiado, o evangelho do Deus bendito”.

Vejam o que Agostinho nos diz com relação ao Evangelho: “Se você crê somente no que gosta do evangelho e rejeita o que não gosta, não é no evangelho que você crê, mas sim, em si mesmo”.

Este versículo é muito profundo irmãos. Vejam: Esta sã doutrina que se vê no glorioso evangelho que me foi confiado, o evangelho do Deus bendito.

O que é evangelho: A palavra evangelho vem do verbo grego euangelizomai. Que “significa: “anunciar”,” “proclamar” ou “trazer as boas novas”. Evangelização é a proclamação das boas novas da salvação em Jesus Cristo, visando levar a reconciliação entre o pecador e Deus Pai, mediante o poder regenerador do Espírito Santo. A palavra deriva-se do substantivo grego euangelion, “boas novas”. A palavra Doutrina significa: Conjunto de princípios que se baseia em um sistema religioso, político ou filosófico. A palavra “evangelho” descreve a mensagem do cristianismo. Na epístola de Paulo aos crentes de Roma, encontramos uma proclamação detalhada das doutrinas do cristianismo. As grandes verdades da Bíblia estão ali condensadas pelo Espírito Santo em uma das mais profundas obras literárias existentes. Na primeira sentença dessa obra-prima, encontramos a expressão “o evangelho de Deus”. A mensagem do cristianismo é uma mensagem de Deus, visto que Ele é o seu Autor, seu mais importante Assunto e seu Intérprete. (Jim Adams)

A natureza da salvação de Cristo é deturpada de forma lamentável pelos "evangelistas" de hoje em dia. Eles anunciam mais um Salvador do inferno do que um Salvador do pecado. E assim é porque muitos estão fatalmente ludibriados, e porque há multidões que desejam escapar do Lago de Fogo, mas sem terem o mínimo desejo de serem libertas da sua própria carnalidade e mundanismo. A primeira coisa dita Dele no Novo Testamento é: "A quem chamarás JESUS; porque ele salvará o seu povo ("não da ira vindoura", mas) dos seus pecados" (Mateus 1:21). Cristo é um Salvador para aqueles que percebem algo da excessiva malignidade do pecado, que sentem o terrível fardo dele sobre suas consciências, que se detestam a si mesmos por culpa dele, que desejam serem livres do seu terrível domínio; e um Salvador para ninguém mais. Se realmente Ele "salvasse do inferno" aqueles que ainda amam o pecado, Ele seria um Ministro do pecado, perdoando sua maldade e apoiando-os contra Deus. Que coisa indizivelmente horrível e blasfema com a qual acusam o Santo! (Arthur W. Pink)

Paulo tem plena convicção que seus ensinamentos eram embasados nos ensinos de Cristo. Timóteo por sau vez deveria ter essa mesma preocupação que seu mentor e mestre tinha. O apostolo por sua vez, queria que seus discipulo tivesse o mesmo fervor e tremor pela sã doutrina que outrora foi eleito como arauto do evangelho. Paulo em momento algum pregava aquilo que não estava nas doutrinas dos apostolos. Paulo nunca pregou um outro evangelho an a não o evangelho que traz vida e transformação. Ele nunca pregou alguma outra coisa a não ser o vardadeiro evangelho. Mas que evangelho é esse? Esse evangelho é o amor de Deus pela humanidade, um amor inconcidicional que deu seu filho “unigenito para que todo aquele que nele crê, não pereça mas tenha vida eterna”. Jesus quando esteve entre os homens, não terminou sua missão quando ressucitou lazaro dos mortos, mas mostrou seu poder sobre a morte. Porque imaginem se essa fosse a missão de Cristo. Nós o seguiriamos da seguinte maneira: – Ei vamos servi a Jesus, pois toda vez que um de nós morrer, ele vem e nos ressucita. E dizemos: – Ei, voltamos, uhuuu. Não! O Senhor nos mostrou que existe um problema maior que a morte fisica, pois Deus tem o poder de nos castigar eternamente.

Então Jesus vem a nós e diz: “ Eu venho cumprir uma grande missão, que é maior até mesmo que conquistar a morte fisica. É resgatar você da morte eterna. Não ha nada que você possa fazer para se salvar do julgamento que você merece, nã há como Deus deixar de ser um Justo Juiz, pois se ele permitisse o pecado, o universo entraria em colapso. Ele deixaria de ser Deus. Não seria Santo, não seria Correto, Verdadeiro e Justo. Jesus vem e anuncia a coisa mais incrível, uma ideia de plano que vocês e eu nunca sonhariamos. Que é o próprio Deus na pessoa de Jesus Cristo, recebe o castigo e a justiça que nós merecemos pra que então a Santidade e Justiça de Deus podessem ser satisfeitas, e então pessoas culpadas como você e eu possamos ser perdoados. Isso é o que chamamo de evangelho, chamamos de boas novas. (Joshua Harris).

Conclusão.

Paulo possuia um carinho especial para com Timóteo. O considerava como um filho, mas acima de todo carinho, estava a preocupação com a palavra de Deus. Paulo o exorta o jovem pastor em amor, para que ele não se deixasse levar pelos falsos ensinos e as falsas doutrinas que estavam corroendo o corpo de Cristo. Chama-lhe a atenção para não dar ouvidos aos falsos mestres, ensinandos doutrinas totalmente fora das escrituras, com relação a pessoa do nosso Senhor Jesus. Ele finaliza sua exortação chamando-lhe a atenção para a Santa Doutrina, o evangelho de Cristo. Contudo pediu para seu filho na fé, ser a cada dia mais e mais firmado no evangelho da Cruz, pois é este que nos traz libertação e salvação para nossa alma. Quero finalizar com um trecho de um sermão chamado: A Maior Luta do Mundo, proferido pelo senhor Spurgeon na capela de Westminister:

Hoje em dia, temos perto de nós uma classe de homens que falam de Cristo e até pregam o evangelho, mas depois pregam igualmente muitas coisas que não são verdadeiras, destruindo o bem que fizeram e induzindo os homens ao erro. Eles querem ser considerados "evangélicos", mas, na verdade, pertencem a uma escola anti-evangélica. Observem esse tipo de pessoa. Tenho ouvido dizer que uma raposa, quando perseguida muito de perto pelos cães, finge ser um deles e corre com eles. É isso o que alguns estão desejando agora: que as raposas pareçam cães. Mas, no caso da raposa, o cheiro acentuado que ela libera em breve há de traí-la e os cães depressa a descobrirão. Do mesmo modo, o cheiro de falsa doutrina não é ocultado facilmente, e o jogo não continuara por muito tempo. Existem pregadores dos quais é difícil dizer se são raposas ou não; no entanto, todos os homens devem saber aquilo que somos enquanto vivermos. Eles não devem ter dúvidas quanto àquilo em que acreditamos e ensinamos. Não hesitaremos em proferir as palavras mais severas que pudermos encontrar em nossa língua, nem vacilaremos em utilizar as frases mais simples que pudermos construir, para anunciar aquilo que consideramos a verdade fundamental. (C. H. Spurgeon).

Fonte: O Proponente

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