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Posts Tagged ‘apologética’

O Juízo Final Vs. o Relativismo

 

Escrito por: Gary North

A doutrina do Juízo Final de Deus testifica contra todas as formas de relativismo. É por isso que o liberalismo secular rejeita esta doutrina cristã. O conservadorismo secular também. A doutrina do Juízo Final de Deus anuncia que certas ideias são eternamente verdadeiras e, portanto, que outras ideias são eternamente falsas. Deus irá impor sanções negativas irreversíveis contra aquelas pessoas que acreditam em determinadas doutrinas teologicamente incorretas, como a negação das seguintes verdades: “Quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, porém, desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus”. (Jo 3.36) “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”. (Jo 14.6) A doutrina do Juízo Final faz com que os transgressores do pacto fiquem sem escapatória. Não há saídas. Não haverá acordos judiciais no Dia do Juízo.

O Juízo Final de Deus é o fundamento dos julgamentos temporais dos homens. A habilidade dos homens de julgarem corretamente somente existe porque os homens são criados à imagem de Deus. Os homens podem exercer juízo preliminar porque Deus irá exercer o Juízo Final. Se Deus não irá exercer o Juízo Final então todos os julgamentos humanos não tem fundamento moral ou estético. Tudo que os homens fizessem seria sugado pelo relativismo e impessoalidade cósmica.

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André de Oliveira do Reverbério

Há anos o Pr. André Oliveira canta apologeticamente. À frente do Reverbério, um grupo musical daqui de Belo Horizonte, ele tece letras que fazem críticas à má praxis do Evangelho.

Tá aí:

 

Reverbério:

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Um Idiota com Qualquer Outro Nome

por Vincent Cheung


CONTEÚDO

INTRODUÇÃO

PERGUNTA

RESPOSTA

1 PEDRO 3:15
COLOSSENSES 4:5-6
IDIOTAS E FEZES

CONCLUSÃO

INTRODUÇÃO
Alguém recentemente me escreveu e me perguntou sobre a linguagem áspera que eu algumas vezes uso, quando me referindo aos não-cristãos. Especificamente, ele perguntou sobre a propriedade de se dirigir a um incrédulo com injúrias bíblicas. Embora eu já tenha tratado deste tópico em vários lugares nos meus escritos, eu penso que será útil compartilhar com meus leitores a minha resposta a este inquiridor.

Visto que meu propósito é ajudar no entendimento e não preservar a pergunta e resposta em sua forma original, eu editei a pergunta e expandi a resposta. [1] A pergunta serve para fornecer um contexto com o qual a resposta possa interagir. E, visto que a pergunta e a resposta não mais possuem sua forma original, observe que o “você” na porção da resposta não mais se dirige ao inquiridor original.

PERGUNTA
Eu li algumas de suas obras e tenho que confessar que eu nunca tinha considerado verdadeiramente a apologética e a mente de Cristo desta forma –– que a “sabedoria” dos incrédulos é totalmente imbecil e tola, e completamente irracional. Eu concordo totalmente com todas suas conclusões.

Contudo, esta é a melhor maneira de lhes dizer isto, com palavras como “idiota”, “fezes intelectuais” e assim por diante? Eu queria entender como você interpreta 1 Pedro 3:15 e Colossenses 4:5-6 à luz da forma como você debate com os não-crentes.

RESPOSTA

Primeiro, devemos considerar se as descrições são bíblicas. Você disse que já concorda comigo nisto, assim, não preciso gastar tempo estabelecendo isto aqui, embora eu ainda darei alguma atenção à várias palavras específicas abaixo.

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As 13 heresias do “A Cabana”

A Cabana (William P. Young, ed. Sextante), tem sido um livro bastante aclamado, especialmente no meio evangélico. Está sendo recomendada por muitos pastores e até a famosos músicos cristão, como Michael W. Smith. Leia a descrição do livro no site da própria editora “Durante uma viagem de fim de semana, a filha mais nova de Mack Allen Phillips é raptada e evidências de que ela foi brutalmente assassinada são encontradas numa cabana abandonada. Após quatro anos vivendo numa tristeza profunda causada pela culpa e pela saudade da menina, Mack recebe um estranho bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o para voltar à cabana onde aconteceu a tragédia. Apesar de desconfiado, ele vai ao local do crime numa tarde de inverno e adentra passo a passo no cenário de seu mais terrível pesadelo. Mas o que ele encontra lá muda o seu destino para sempre. Em um mundo tão cruel e injusto, A cabana levanta um questionamento atemporal: Se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento?"

É aí que está o grande problema do livro. Na tentativa de responder a essa pergunta, Young abandona a abordagem bíblica sobre sofrimento e busca uma abordagem mais humanística, focada no homem. Young acredita no universalismo, ou seja, todos no final das contas serão salvos.
Michael Youssef do ministério Leading the Way listou 13 heresias contidas nesse livro, que é um grande best-seller nos Estados Unidos. Esse livro tem trazido muito engano a igreja, substituindo conceitos bíblicos por conceitos universalistas.

13 Heresias encontradas no livro "A Cabana"

1 – Deus Pai foi crucificado com Jesus.
Porque os olhos de Deus são puros e não podem olhar para o pecado, a Bíblia diz que Deus não olharia para seu próprio Filho amado enquanto este estava pendurado na cruz, carregando nossos pecados (Hab 1:13; Mat 27:45). Isaías 53:4-10.

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Malafaia pediu, a gente posta: “blogueiros são filhos do diabo”, diz o pastor

Publicado em 03/09/2011 por pedrasclamam

 

E eu, Ten Lion, também sou obediente…

O Pr. Silas Malafaia, no programa da semana passada (pois nessa semana ele está reprisando pela enésima vez a profetada gospel do Morris Cerullo), incitou os sites e blogs apologéticos, que criticam sua famigerada Teologia da Prosperidade, a postar o vídeo onde ele chama os blogueiros de “filhos do diabo”.

Pois bem, Silas, abaixo está o vídeo. Apesar de tristes por um pastor se deixar comprar pelos ensinos heréticos da teologia da prosperidade, que nada têm a ver com o Evangelho puro e simples de Jesus Cristo, ficamos felizes por saber que somos reconhecidos como diabos (adversários) dos profetas de Mamom, dos fariseus pós-modernos, dos lobos que ensinam as ovelhas a entesourarem na terra, a colocarem seus corações nas bênçãos materiais, ao invés de buscarem unicamente, e sem maiores interesses, a Jesus.

A Deus (ao verdadeiro!) seja toda a honra e toda a glória para sempre.

Veja o Vídeo do ataque de pelanca:

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Voltados para Deus; ou, Contra a liturgia dos extravantes!

Nota: Texto muito condizente com realidade “evangélica” hoje, com seus modismo, supertições e acréscimo à Palavra. Ten Lion

Voltados para Deus; ou, contra a liturgia dos extravagantes

Por Marcelo Lemos

O povo evangélico gosta de alimentar a ideia de ser uma igreja “una”(1), a fim, imagino, de diminuir o desconforto de ser responsável pela cada vez maior fragmentação do Corpo de Cristo. Além disso, é alimento para o ego: crente gosta de achar que é grande, especialmente para competir com os católicos romanos, risos. Dizem que tamanho não é documento, convencer os evangélicos disso são outros quinhentos (2). São afirmações rudes, mas sem preconceitos, acreditem-me. Aprecio os esforços pela busca da unidade, desde que, nessa busca, não sejamos forçados a abrirmos mão da nossa identidade, o que inclui a manutenção de nossos valores bíblicos.

As decisões tomadas recentemente pelo Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), referentes a sua própria liturgia(3) e ao seu relacionamento interdenominacional(4), causou as mais diversas reações, inclusive a critica daqueles que acham que as decisões tomadas servem apenas para dividir ainda mais o já fragmentado meio gospel. Quem assim pensa, se esquece que a referida Igreja não propõe coisa nova, mas tenta resgatar e reafirmar seus antigos valores – existentes a quase 500 anos, e remetem a princípios teológicos ainda mais antigos.

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Meteorologia bíblica

 

"Muito bom dia!
A previsão do tempo para este e os próximos períodos na atmosfera da Igreja não é boa…
O evangelho, como vocês podem ver, nos últimos dias, tem sofrido a grande influência de densos nevoeiros de obscuridade. Alguns deles, ocasionados por ensinos destruidores de potestades do ar, que são propagados pela nociva influência de líderes inconstantes e poluídos, que, como ondas bravias que espumam suas próprias sujidades, estão sendo lentamente conduzidos às e pelas trevas eternas. Tais homens são como nuvens sem chuva que absorvem dinheiro e, não sabemos como, têm lançado uma espécie de tempestade ácida ideológica sobre a fé de alguns, que a corrói e deteriora aos poucos. Esteja atento e proteja a sua fé, o seu coração e a sua mente contra isto, confiando-os a Jesus Cristo! (1 Timóteo 4, Judas)
O brilho das estrelas gospel vai continuar claro e intenso. Cuidado! Não se esponha ao seu brilho e suas ministrações sem usar filtro bíblico! O Ministério da Saúde Eclesiástica adverte que este brilho descontrolado pode ocasionar cegueira e desorientação temporária em algumas pessoas, além de irritação, frieza e falsas sensações de calor divino. Em casos extremos, o efeito pode ser irreversível, já que a tendência dessas condições atmosféricas tende a se agravar pelas ondas populares fanáticas e emulações mercadológicas que lhes impulsionam constantemente, bem como pela formação e pelo movimento agressivos de fortes ventos de doutrina.

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