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Posts Tagged ‘dízimos’

Dizimar não é uma doutrina cristã

Introdução

         Este ensaio é um resumo do meu livro “Should the Church Teach Titing? – A Theologian’s Conclusions About a Taboo Doctrine” (Deveria a Igreja Ensinar a Dizimar? – Conclusões de um Teólogo Sobre Uma Doutrina Tabu). O próprio livro é uma versão ampliada de minha tese de Ph.D. Desafio os mestres da Bíblia a ousarem abrir em seus seminários uma pesquisa que promova estudos sobre este assunto, aos níveis de Mestrado, Doutorado e Ph.D. Realmente, esta doutrina é importante demais para ser tão ignorada!

         Em muitas igrejas, hoje em dia, a doutrina de dizimar tem atingido o nível de escândalo moderno. Conquanto os livros sobre Hermenêutica e os teólogos omitam o dizimar, por outro lado a prática tem se tornado rapidamente uma exigência aos membros da igreja, nas várias denominações, que insistem em dizer que estão embasadas nas sólidas doutrinas da Bíblia. Existe ainda uma crescente evidência de que os leigos que questionam a legitimidade do dizimar na Nova Aliança, são em geral criticados como criadores de casos ou taxados de  cristãos imaturos.

O Dizimar moderno baseia-se em falsas premissas – A declaração de uma denominação sobre mordomia é típica do que muitas outras ensinam sobre o dízimo. Ela diz que “Dizimar é o modelo bíblico e o ponto inicial que Deus tem estabelecido e que não deve ser substituído nem comprometido por nenhum outro modelo”. Ela acrescenta que o dízimo deve ser entregue a partir da renda bruta, o qual é devido à igreja, antes dos impostos.

         Os seguintes pontos deste ensaio vão contestar os ensinos usados para estruturar o dízimo com o que realmente diz a Palavra de Deus.

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Sobre a obrigatoriedade do dizimo

Por Marcelo Lemos

Como vários leitores têm me pedido conselhos sobre a prática do Dizimo, decidi responder a todos, em linhas gerais, com base naquilo que creio e tenho praticado já há vários anos. Não identificarei nenhuma pergunta ou leitor em particular, pois a questão central em todos os questionamentos possui um núcleo comum: seria a prática do Dízimo obrigatória na Nova Aliança? Tenho uma lista considerável de perguntas a serem respondidas, aproveitarei para eliminar boa parte delas no artigo de hoje.

Acredito meus amados irmãos, que pouca gente poderia sintetizar melhor uma resposta sobre este assunto do que fez o batista reformado John MacArthur: “Dois tipos de dar são ensinados consistentemente durante toda a Escritura: dar para o governo (sempre compulsório) e dar para Deus (sempre voluntário)” (1).

Trata-se de uma afirmação teológica que ainda precisamos conferir, mas, por hora, tendo-a em mente, e tomando-a por verdadeira, estabelecemos que a natureza de tais contribuições permanece idêntica no Novo Testamento: dinheiro que entregamos ao governo (dar a César o que é de César), e o ofertar a Deus (cada um, diz S.Paulo, segundo propôs no seu coração).

Se o leitor compreendeu adequadamente a relação que tracei entre os dois parágrafos anteriores, é certo ter compreendido a intenção de mostrar que o Dizimo não era uma oferta dada propriamente a Deus, mas ao Governo de Israel, que era Teocrático: por isso, muitos confundem o dinheiro que era pago ao Governo Teocrático de Israel, com as ofertas dadas a Deus mesmo. Se necessário, vide nota (2).

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Debandada geral na Renascer, O último a sair apague a luz!

Isto se a Eletropaulo não cortar primeiro, pois a coisa está muito feia mesmo.
Ou melhor, não para todos: O casal Hernandes e a bispa patricinha continuam com patrimônio intocado e gastando a dar com o pau, ou melhor a dar com a bolsa Hermès!
Não falta dinheiro para arrotar caviar numa festa faraônica, tipo despedida (ou debandada) de quase todo o casting musical que as organizações tinha, mas falta dinheiro para a reconstrução da sede, pagamento de funcionários (de alguns setores) e aluguéis e impostos amontoados em pilhas mais altas que o pão de açúcar!

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Fora com a prosperidade (Dízimos) – Paulo Junior

O PREFEITO DIZIMÓFILO

Mary Schultze

Já não bastavam os pastores dizimófilos e lucrófilos das “avivadas” igrejas nacionais… Agora também um prefeito paraense, cujo nome é por demais ridículo, resolveu decretar uma lei exigindo o dízimo nas igrejas. Onde estamos, Senhor?

Esse político fanático ou oportunista deve ter o seguinte em mente, ao publicar esta lei:

1. Ganhar votos (para a sua reeleição) dos membros das igrejas evangélicas, pois, conquistando a simpatia dos pastores mercenários, estes pregarão sobre a obrigação dos membros de votarem nesse herege de carteirinha.

2. Se a igreja faturar uma baba, na certa vai ajudar o tal prefeito a “operar” algumas boas obras na cidade e a ficar mais conhecido como um bom cristão e, portanto, merecedor dos votos.

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Caio Fábio fala sobre dízimos e ofertas 1

Um discurso lúcido e baseado na Palavra sobre o assunto.

Caio Fábio fala sobre dízimos e ofertas 2