A Baixaria tomou conta das eleições da Igreja do Evangelho Quadrangular denúncias gravíssimas tomam a internet.

Há quase dois meses, antevendo os episódios que assistimos hoje horrorizados, publicamos um artigo de um pastor da IEQ, prudentemente em anonimato, com um pedido pela paz entre os irmãos, neste momento tão delicado da denominação.

A Igreja do Evangelho Quadrangular tem sido alvo de denuncias de natureza teológica neste em muitos outros sites e blogs cristãos já há algum tempo. Nosso entendimento é que apesar da velocidade com que a apostasia se espalha em determinados feudos da denominação, temos em conta milhares de servos fiéis de Deus, que inclusive combatem dentro das próprias fileiras da Igreja do Evangelho Quadrangular estas doutrinas espúrias.

Bem assim, sempre que denuncias de natureza doutrinária chegaram ao nosso conhecimento, buscamos conferir a veracidade das mesmas, assim como municiar de provas documentais, vídeos, etc. todas as reportagens. A IEQ não tem "dono humano", como acontece em muitas organizações religiosas suspeitas e há  bons servos que lá estão e que são remanescentes fieís da sã doutrina.

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A guerra nada santa dos pastores

O líder da Igreja do Evangelho Quadrangular é acusado, entre outras coisas, de tramar a morte de desafetos

A Igreja do Evangelho Quadrangular é um portento religioso: tem 3 milhões de membros, cerca de 15000 igrejas espalhadas pelo país e uma arrecadação anual estimada em meio bilhão de reais. Presidida pelo pastor Mário de Oliveira, que está no exercício do sétimo mandato de deputado federal, a instituição se orgulha principalmente do trabalho de assistência social que realiza, inclusive no exterior. Seus líderes gostam de repetir, por exemplo, que enviaram mais alimentos às vítimas do tsunami que varreu a Ásia, em dezembro de 2004, do que o governo brasileiro. "Pregamos uma vida cristã ilibada e de honestidade. Uma vida regrada, sem envolvimento com vícios, com a corrupção", diz Oliveira. Esse receituário é nobre e comum à maioria das designações religiosas. No caso da Igreja do Evangelho Quadrangular, merece destaque por uma aparente contradição. Mário de Oliveira, que é presidente da instituição há dezesseis anos, é acusado por dois pastores de não seguir o que prega. Mais do que isso: de subverter tudo o que qualquer religião proclama ao encomendar a morte de duas pessoas, ludibriar as instituições e enriquecer à custa de fiéis.
Essas acusações foram feitas formalmente, em 19 de fevereiro passado, na Superintendência da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul. Partiram do pastor Osvaldeci Nunes, que privou da intimidade do deputado Mário de Oliveira durante cerca de quatro anos. Num depoimento que durou sete horas, Osvaldeci Nunes contou que, em 2009, o presidente da Igreja do Evangelho Quadrangular lhe pediu para contratar um pistoleiro para matar Maria Mônica Lopes, ex-cunhada do parlamentar.

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