Evangélicos Encontram-se no Meio de um Avivamento Calvinista – Mark Oppenheimer (The New York Times)

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Para aqueles que estão tristes com o fim do quiz de fim de ano, aqui está uma pergunta para começar 2014: Se você tivesse se unido a uma igreja que prega uma teologia da Tulip, isso significa que: a) o pastor coloca flores no pão da ceia; b) o pastor crê que as flores que surgem novamente toda primavera simbolizam a ressurreição; ou c) o pastor é um calvinista?

Como um número cada vez maior de cristãos sabe, a resposta é a letra “c”. O acrônimo [em inglês] resume as chamadas doutrinas da graça de João Calvino, com sua ênfase na pecaminosidade e na predestinação. O “T” significa a Total Depravação do homem. O “U” significa a Eleição Incondicional, que quer dizer que Deus já decidiu quem será salvo, independente de qualquer condição na própria pessoa, ou em qualquer coisa que ela possa fazer para conquistar sua salvação.

O acrônimo não fica mais animador depois.

O evangelicalismo está no meio de um avivamento calvinista. Números cada vez maiores de pregadores e professores ensinam as visões do reformador francês do século 16. Mark Driscoll, John Piper e Tim Keller — pregadores de megaigrejas e importantes escritores evangélicos — são todos calvinistas. A frequência em conferências e igrejas de influência calvinista está em alta, especialmente entre os fiéis nas casas dos 20 e 30 anos de idade.

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Eu não sou o próximo Lutero!

Esse cara não sou eu!

Por Gutierres Fernandes Siqueira

A história de Lutero é inspiradora. Ainda no início de minha fé tive a oportunidade de ler um livro sobre a história do cristianismo e a vida de Lutero era um dos destaques. Com o tempo tive um envolvimento com a atividade apologética e, na ânsia de consertar o mundo, pensava que seria um reformador como Lutero. Mas, graças a Deus, eu cresci e acordei do instinto revolucionário.

01. Não, eu não serei o próximo reformador do cristianismo. Nem eu e nem você, meu caro leitor. A nossa contribuição é pequena, local e limitada no tempo. Ora, pode ser grande, global e ilimitada? Sim, todavia, o primeiro cenário talvez seja o mais provável.

02. Lutero queria ser ouvido pela hierarquia romana, mas não tinha a intenção de acabar com a Igreja Católica. Ele, na verdade, foi expulso. Lutero sabia apontar o erro sem jogar fora todo o bebê com a água suja (perdoem-me pelo clichê). É certo apontar os problemas da Igreja Evangélica, mas será que muitas vezes não estamos viciados na crítica em si? Será que há somente problemas na Igreja Evangélica? Será que não cometemos o mesmo erro natural da velhice ao ver o passado com um idealismo irreal? Será que somos profetas com a síndrome de Elias, pois achamos que somos as únicas vozes de Deus na terra? A Igreja está doente? Sim, talvez, mas não está morta.

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Bibliografia Reformada Básica

A bibliografia a seguir não é de minha autoria e, portanto, não tenham como certo eu possuir ou já ter lido todas as sugestões, ou mesmo a maioria. Mas, nessa lista, tem alguns dos meus maiores sonhos de consumo, que vou realizando aos poucos, na medida do possível, risos. Além disso, há leituras que eu gostaria de acrescentar, o farei em outro momento. Aguardem que, pouco a pouco,vou publicando resenhas dos que já li, presentes ou não nessa lista.

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Feliz Dia da Reforma Protestante – comemorando à moda de Lutero

By Estrangeira

Protestantes afixam as teses na IURD do Brás

Ontem à noite, enquanto escrevia um artigo sobre o dia 31 de outubro, veio-me uma vontade irresistível de sair pelas ruas de São Paulo afixando teses de conclamação à volta ao Evangelho puro e simples de Jesus. Mas, como fazer isso?

De improviso mesmo. Ligamos para algumas pessoas, e conseguimos a adesão do Josef. Então ele imprimiu a Declaração de Cambridge (que versa sobre as cinco solas: Sola Scriptura, Sola Fide, Solus Christus, Soli Deo Gloria e Sola Gratia) e, por volta da 1:00h da madrugada, saímos ele, o Paulo Siqueira e eu em direção à Moóca e ao Brás, onde se localizam as sedes de alguns ministérios que precisam se voltar ao Evangelho puro e simples.

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Desigrejados, desviados e evangélicos não praticantes

Nota: Muito oportuna e sábia esta matéria de Danilo Fernandes, que pesquisou entre os frequentadores do Genizah o perfil do leitor. Vale a pena ler.

Danilo Fernandes

Em agosto de 2010, eu decidi coletar dados capazes de sustentar uma abordagem quantitativa de algumas questões apoquentando os que pensam nos rumos da Igreja. Nesta mesma época, a revista Cristianismo Hoje tinha na pauta este ARTIGO mirando a questão dos cansados de igreja. Pensei: Vou botar números em algumas destas questões.

Postei no site um questionário de pesquisa usando a ferramenta On-Line Survey Monkey. Em uma segunda fase, fiz uso do cadastro de 1,2 milhão e-mails de cristãos evangélicos que possuo, produzi uma amostra e enviei questionários com perguntas abertas e fechadas envolvendo temas relativos a fé e a religião. Os resultados trouxeram nada menos do que surpresas atrás de surpresas com material para muitos posts. Este é o primeiro.

Genizah: Um site de hereges de desviados?

Definitivamente não. Em termos numéricos absolutos tem muito desviado por aqui, risos. Afinal, o Genizah tem tráfego oscilando entre 8,8 – 14,8 mil pessoas por dia, mas em termos relativos a coisa não é bem assim! Um alívio (sem querer ofender os desviados) afinal, os colaboradores do site são na sua maioria esmagadora pastores, líderes, missionários, etc… Iria ficar mal pra gente, risos.

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A saúde do Movimento Evangélico

por Ricardo Gondim

 

Na adolescência, abandonei o catolicismo e fui rebatizado na Igreja Presbiteriana de Fortaleza. Desde então, migrei por várias tendências do protestantismo, que no Brasil assumiu-se como Movimento Evangélico. Fui membro da Convenção Geral das Assembléias de Deus (CGADB). Cooperei com a Associação Evangélica Brasileira (AEVB). Já falei em incontáveis congressos e conferências. Meu código genético religioso, portanto, é bem definido pelo Movimento Evangélico.

Pastoreio uma igreja com diversas comunidades locais espalhadas pelo Brasil. Caminho ao lado de parceiros e parceiras que levam a sério a vocação ministerial.

Reconheço, porém, que vez por outra peso nas tintas ao criticar o Movimento Evangélico. Não o faço como um observador frio e distante. Eu não me condenei ao ostracismo espiritual. Nunca quis tornar-me profeta auto-referenciado, sem interlocutores. Lido com gente; falo para mais de 3 mil pessoas todos os domingos. E, por mais que tente evitar, sempre que escrevo deixo as minhas impressões digitais religiosas.

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Porque o $how tem que parar

por Matheus Soares


Nesses quase 2000 anos de cristianismo passamos por diversos altos e baixos. Experimentamos o florescer de uma igreja sadia, que crescia exponencialmente no meio da perseguição, onde muitos foram martirizados pela causa mantendo-se fiéis até o fim. Seu mote era a esperança do encontro com Cristo no grande Dia, nada podia detê-los, nem espada, nem escassez, nem angústia e nem medo, eles lutavam como quem nada tinha a perder nesta vida, seu triunfo era conquistar a vida eterna. Homens, como o autor de Hebreus diz, dos quais o mundo não era digno, eles nada tinham a ver com os negócios e negociatas desse mundo, nada tinham a ver com o poder político vigente.

Pudemos ver grandes avivamentos na história, sempre orquestrados e guiados pelo Cabeça da Igreja, Jesus Cristo. Homens piedosos, que não se desviavam da sua missão de ser sal e luz dessa terra insípida e envolta em trevas. Desde os apóstolos, seus discípulos, os pais da igreja, os pré-reformadores, os reformadores, os avivados, aqueles do coração aquecido. Uma infinidade de homens que durante a história fizeram a diferença.

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A nova reforma protestante

NOTA: Os comentários abaixo de Leonardo Gonçalves, no fim da matéria, do Site www.pulpitocristão.com, citado na matéria de Época, é a mesma posição de Ten Lion.

Por Ricardo Alexandre
Matéria publicada na Revista Época

Rani Rosique não é apóstolo, bispo, presbítero nem pastor. É apenas um cirurgião geral de 49 anos em Ariquemes, cidade de 80 mil habitantes do interior de Rondônia. No alpendre da casa de uma amiga professora, ele se prepara para falar. Cercado por conhecidos, vizinhos e parentes da anfitriã, por 15 minutos Rosique conversa sobre o salmo primeiro (“Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios”). Depois, o grupo de umas 15 pessoas ora pela última vez – como já havia orado e cantado por cerca de meia hora antes – e então parte para o tradicional chá com bolachas, regado a conversa animada e íntima.
Desde que se converteu ao cristianismo evangélico, durante uma aula de inglês em Goiânia em 1969, Rosique pratica sua fé assim, em pequenos grupos de oração, comunhão e estudo da Bíblia. Com o passar do tempo, esses grupos cresceram e se multiplicaram. Hoje, são 262 espalhados por Ariquemes, reunindo cerca de 2.500 pessoas, organizadas por 11 “supervisores”, Rosique entre eles. São professores, médicos, enfermeiros, pecuaristas, nutricionistas, com uma única característica comum: são crentes mais experientes.
Apesar de jamais ter participado de uma igreja nos moldes tradicionais, Rosique é hoje uma referência entre líderes religiosos de todo o Brasil, mesmo os mais tradicionais. Recebe convites para falar sobre sua visão descomplicada de comunidade cristã, vindos de igrejas que há 20 anos não lhe responderiam um telefonema. Ele pode ser visto como um “símbolo” do período de transição que a igreja evangélica brasileira atravessa. Um tempo em que ritos, doutrinas, tradições, dogmas, jargões e hierarquias estão sob profundo processo de revisão, apontando para uma relação com o Divino muito diferente daquela divulgada nos horários pagos da TV.

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Uma nova reforma

Uma nova reforma é o título de um livro de J. A . T. Robinson, edição da Moraes Editora, de Lisboa. Lançado em 1965 (inglês), o livro veio na esteira dos debates da teologia da morte de Deus. Bafejada pelo existencialismo, esta corrente propunha a secularização do cristianismo. A nova reforma de que falo não é esta, a dessacralização do evangelho. É uma volta às origens, principalmente hermenêuticas, da Reforma. Um dos nossos maiores problemas, hoje, está na área de hermenêutica: como interpretar a Bíblia, a fé e a denominação.
Segundo Mondin (Antropologia teológica, Paulinas, 1979), há dois princípios na formação de uma corrente teológica, o arquitetônico e o hermenêutico. O arquitetônico é o conteúdo da revelação. A teologia deriva da revelação bíblica. Se não fosse assim, não teríamos uma corrente teológica, mas filosófica. Mondin cita o sistema de pensamento de Hegel. Os mistérios do cristianismo estão presentes nele, mas como foram dessacralizados, despidos de seu conteúdo sobrenatural, é um sistema filosófico e não teológico.
O princípio hermenêutico é o instrumento pelo qual se interpreta a revelação. Geralmente é de conteúdo filosófico. É que a teologia é a interpretação da revelação pela razão. Os dois princípios são necessários e se entendem bem à luz da palavra de Bruner, segundo a qual, para se entender a Palavra de Deus é necessário um ponto de encontro entre ela e a mente humana. A Palavra é o princípio arquitetônico. A mente humana é o princípio hermenêutico.

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A OVELHA VESTIDA DE LOBO! – 2

Essa eu pesquei no Ponto Crítico ou Guerreiros da Luz

Mensagem recebida em 2/7/2009 por email
De: Francisco Pacheco – Chico <chico@caiofabio.com>

—– Original Message —–

From: A OVELHA VESTIDA DE LOBO!…

To: contato@caiofabio.com

Sent: Monday, June 29, 2009 8:05 PM

Subject: o mais sofisticado e charmoso falso profeta da historia?

A ovelha vestida de lobo

Tudo nele cheira a falso profeta. O seu chame faz lembrar os antigos líderes de seitas norte americanas que arrastavam em massa, para a vida e para a morte, os seus seguidores extasiados. A sua postura em relação às instituições estabelecida não difere em nada dos autodenominados profetas que diziam que as denominações do cristianismo estavam corrompidas.

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Carta aberta aos subversivos de Jesus

Alan Brizotti

Queridos amigos de indignação, paz!

Robinson Cavalcanti escreveu: "Um mundo novo é possível; uma igreja nova é imprescindível". Eis a ânsia que nos une. Resolvi escrever essa carta (e não a velocidade impessoal do e-mail e seu internetês) porque cartas despertam aquela nostalgia deliciosamente clássica que parece ter sumido dos nossos dias, também porque precisamos cada vez mais estarmos juntos. Nossa força vem do nosso abraço. Nossa unidade é o megafone que potencializa nosso grito.

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UM CONVITE À DOCE REVOLUÇÃO – O Reino é simples!

20 Julho 2007

O Reino é simples!

Artigo 1 – Fica decretado que agora não há mais nenhuma condenação para quem está em Jesus, pois, o Espírito da Vida em Cristo, livra o homem de toda culpa para sempre.
Artigo 2 – Fica decretado que todos os dias da semana, inclusive os Sábados e Domingos, carregam consigo o amanhecer do Dia Chamado Hoje, por isso qualquer homem terá sempre mais valor que as obrigações de qualquer religião.

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